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Banco de colágeno

1º banco de colágeno do Brasil

Brasil ganha o primeiro banco de fibroblasto

A CordCell Centro de Terapia Celular, continuamente buscando soluções através de novas tecnologias para atender as demandas da medicina regenerativa, inaugura o 1º BANCO DE COLÁGENO DO BRASIL, denominado TechLife.

Mais uma vez a CordCell é pioneira e traz para o Brasil uma novidade que é a tecnologia celular, através da parceria internacional com a UCSP – Universidade da Califórnia San Diego, que possibilitou o desenvolvimento de diversos projetos que envolvem isolamento e armazenamento de células de diferentes tecidos.

Benefícios dessa nova tecnologia

Agora é possível ter a sua reserva de beleza. A Techlife, divisão da CordCell especializada em tecnologia celular, proporciona aos seus clientes o armazenamento do FIBROBLASTO.

O fibroblasto é uma célula que produz o colágeno, uma proteína que auxilia na firmeza da pele.

Armazenando essas células enquanto se é jovem, é possível ter um estoque das células que estão com alta capacidade de produzir colágeno. Quando as células forem aplicadas em uma idade mais avançada, com marcas de expressão aparentes, por exemplo, as células estarão com a idade de quando foram armazenadas, ou seja, mais jovens.


  Quando as células forem aplicadas em uma idade mais avançada, com marcas de expressão aparentes, por exemplo, as células estarão com a idade de quando foram armazenadas, ou seja, mais jovens.   


A grande vantagem dessa nova técnica é que se utiliza as próprias células do paciente, não causando rejeição e nem efeitos colaterais.

Além disso, os pacientes ficam com uma aparência mais natural, bem diferente das técnicas existentes atualmente, onde o efeito artificial é notório.

Outro ponto a ser destacado, é que quando essas células são aplicadas elas também estimulam as outras células da região a produzirem mais colágeno, tornando assim os resultados mais duradouros ( de 6 meses até 4 anos).

Como as células do sangue e do tecido do cordão umbilical, essas células podem ficar armazenadas por tempo indeterminado, pois a técnica de congelamento é a mesma utilizada com as células-tronco, a qual já é disseminada no mundo todo.

Como é feita a coleta dessas células?

A coleta dessas células seguem as seguintes etapas:

x  Etapa 1: Coleta

No consultório, o médico faz uma higienização (limpeza) da área que será retirada as células. Essa região deve possuir baixa exposição ao sol, por essa razão que a região atrás da orelha é a mais indicada. O médico aplica a anestesia local e com um instrumento específico (“punch”) é retirada uma pequena quantidade de pele (aproximadamente 8 milímetros);

Armazenamento de células de diferentes tecidos.
x  Etapa 2: Transporte

Ainda no consultório, o médico coloca a biópsia (o pedaço da pele – 8 mm) em um tubo contendo um líquido que mantém a integridade do tecido até a chegada ao laboratório;

x  Etapa 3: Isolamento

No laboratório, o tecido será submetido a um processo de extração celular com auxílio de uma enzima para desprender os fibroblastos do tecido. Posteriormente, é realizada a contagem de células obtidas e um teste com alta eficiência que avalia se todas as células obtidas estão vivas;

x  Etapa 4: Congelamento e armazenamento

As células obtidas são acondicionadas em um tubo especializado que suporta temperaturas muito baixas. É acrescentada uma solução que protege as células durante o processo de congelamento, o qual é realizado em um equipamento especializado que controla o decaimento da temperatura (aproximadamente – 1ºC/ minuto). Quando atinge uma temperatura de aproximadamente – 90ºC, as células são transferidas para um tanque de nitrogênio líquido e ficarão nesse tanque até o momento da utilização;

x  Etapa 5: Aplicação das células

As células armazenadas são descongeladas no laboratório e são mantidas em um líquido nutritivo e em um ambiente controlado, os quais auxiliam no aumento do número dessas células. Após aproximadamente 45 dias e a realização de todos os controles de qualidade necessários, essas células estão preparadas para aplicação e são disponibilizadas para os médicos em seringas.

Células prontas para aplicação e células analisadas no microscopio.

Assista nos links abaixo as matérias veiculadas no Jornal do SBT e no R7 sobre o 1º Banco de colágeno do Brasil: