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Valorize a vida. Preserve células-tronco.

Estrutura

O mais completo centro de biotecnologia do país

A CordCell possui um centro de biotecnologia comparável aos melhores do mundo na área da terapia celular. Após a coleta do sangue e tecido do cordão umbilical, o material genético passa por um longo processo. Todos os laboratórios são próprios e seguem as mais rigorosas normas internacionais de qualidade. Não há, portanto, terceirização de nenhuma etapa do processo. Essa segurança se traduz em uma infraestrutura tecnológica única, com equipamentos de última geração, e na mais qualificada equipe de profissionais do país.


 Todos os laboratórios são próprios e seguem as mais rigorosas normas internacionais de qualidade.  


Veja quais são e o que faz cada laboratório da CordCell:

  Processamento Celular

De forma automatizada, o Laboratório de Processamento Celular da CordCell separa, nas bolsas de coleta, o plasma, as hemácias e as células-tronco. Nessa etapa, o material genético já é acondicionado em bolsas bipartidas, o que permite o descongelamento em ocasiões distintas.

Armazenamento de célula-tronco.

  Criopreservação e Armazenamento

As células-tronco não resistem a quedas bruscas de temperatura. Portanto, para que elas não morram, o processo de congelamento precisa ser gradual. No Laboratório de Criopreservação e Armazenamento da CordCell, um equipamento específico faz o congelamento automatizado, com decaimento gradual da temperatura até -80ºC. Essa é uma temperatura segura que pode posteriormente ser rebaixada sem danos às células.

Somente quando os resultados de todos os exames aos quais as bolsas são submetidas estiverem concluídos (veja a sequência a seguir), é que as células-tronco seguem para o armazenamento em tanques de nitrogênio líquido, onde ficam imersas a uma temperatura contínua de -196° C. Quando totalmente imersas em nitrogênio líquido, as células mantêm a sua eficácia terapêutica por longos períodos de armazenamento.

  Sorologia

No Laboratório de Sorologia são realizados testes sorológicos de última geração, de acordo com a Resolução RDC 153, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Aqui, nesse Laboratório da CordCell, as células são avaliadas para fim de tratamento terapêutico. Por isso, os exames são da mais alta sensibilidade, com técnicas diferentes das utilizadas em laboratórios de patologia e análises clínicas.

  Biologia Molecular

O Laboratório de Biologia Molecular da CordCell também realiza exames extremamente sensíveis, utilizando a metodologia de amplificação dos ácidos nucléicos – NAT para verificar possível contaminação por vírus, como o da Aids (HIV), sífilis, hepatite C, entre outros. Esse teste reduz o tempo da janela imunológica, ou seja, período entre o contágio e a detecção do vírus. O Elisa (Ensaio de Imunoabsorção Ligado à Enzima) é, hoje, o exame exigido pelo Ministério da Saúde, porém, ele leva mais tempo para detectar um vírus. A Aids (HIV), por exemplo, é detectada de 6 a 10 dias após o contágio pela técnica do NAT, contra os 20 dias que o Elisa leva para detectá-la. O vírus da hepatite C (HCV), que pode levar até 70 dias para ser detectado, leva apenas 20 dias com o NAT. A diferença entre os testes é que o NAT investiga o material genético do vírus, enquanto o Elisa verifica a presença de anticorpos contra o vírus no organismo.

  Imuno-Hematologia Avançada

A presença de determinados anticorpos podem afetar o armazenamento das células-tronco. Para verificar se o material genético pode ser armazenado com segurança, o Laboratório de Imuno-Hematologia Avançada da CordCell realiza exames para tipagem sanguínea e detecção desses anticorpos irregulares.

  Cultivo e Expansão Celular

A CordCell é a única empresa de terapia celular do país que conta com Laboratório de Cultivo e Expansão Celular. E disponibilizar uma estrutura como essa, com tecnologia de terceira geração, atesta a preocupação da empresa em oferecer assistência integral aos seus clientes. Como algumas bolsas coletadas apresentam baixa celularidade, ou seja, a quantidade de células-tronco encontradas pode não ser suficiente para um tratamento futuro, o Laboratório de Cultivo e Expansão Celular possibilita – como o próprio nome já diz – cultivar e expandir essas células em laboratório.

Para que isso possa ser realizado com segurança, a infraestrutura montada é o retrato do século XXI. As instalações do Laboratório possuem pressão positiva, de saída de ar. Para se ter uma ideia, em um ambiente comum existem milhões de partículas. No interior do Laboratório de Cultivo e Expansão Celular, somente cerca de cem mil. Nas duas câmeras de cultivo celular são encontradas só dez mil partículas. O acesso dos pesquisadores ao ambiente também é extremamente restrito. Antes de ingressar, o profissional passa por duas salas. Na primeira é feita a assepsia das mãos e ele coloca máscara, touca e propé. Na segunda sala, veste uma roupa estéril e especial - uma espécie de macacão, que cobre as mãos, além de uma bota. Todos os cuidados necessários para que nenhum micro-organismo entre no Laboratório são tomados. E, semestralmente, técnicos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) avaliam a quantidade de partículas no ambiente.

A experiência da CordCell, com a atitude pioneira e inovadora ao organizar e estruturar o primeiro Laboratório do país apto a manusear células humanas, fez com que a organização publicasse artigo científico sobre o tema em conceituadas revistas do gênero. Além disso, a iniciativa foi apresentada em alguns congressos de terapia celular.

  Citogenética

Uma das funções do Laboratório de Citogenética da CordCell é a de auxiliar no diagnóstico de doenças onco-hematológicas. Quem sofre de leucemia ou linfoma, por exemplo, tem alteração no núcleo das células sanguíneas. E o diagnóstico dessas doenças é feito por esse Laboratório. Além disso, ele é especializado no controle cromossômico para detectar disfunções das células-tronco submetidas ao processo de cultivo e expansão celular. Portanto, o Laboratório de Citogenética valida se as células-tronco cultivadas e expandidas são realmente idênticas às de origem ou se sofreram alguma mutação no processo. Sem essa segurança, a infusão para tratamentos não é segura.

  Citometria de fluxo

O Laboratório de Citometria de Fluxo é responsável pela detecção de marcadores celulares importantes que conseguem qualificar, quantificar e caracterizar as células-tronco. Através de um equipamento que possui dois canhões de laser é possível avaliar a qualidade e quantidade das células com uma precisão incrível.

Toda célula tem moléculas que demonstram que são elas mesmas, como se fossem digitais. Essas moléculas ficam na superfície celular, por isso, o equipamento consegue definir se as células são mesenquimais, hematopoiéticas e se são células-tronco.

Entenda a diferença entre as células-tronco clicando aqui.